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segunda-feira, 12 de outubro de 2015

ATIVIDADE DE LEITURA - CRÔNICA - SEMANA 01

                                   
                                       ATIVIDADE DE LEITURA - CRÔNICA:  12/10 a 19/10
                                                                           SEMANA 01

10 comentários:

  1. A Outra Noite
    Outro dia ele foi a São Paulo e resolveu voltar à noite, uma noite de vento sul e chuva, tanto lá como aqui.
    Quando ele vinha para casa de táxi,encontrou um amigo e o trouxe até Copacabana; e contou a ele que lá em cima além
    das nuvens, estava um luar lindo, de lua cheia ;e que as nuvens feias que cobriam a cidade eram,vistas de cima
    enluaradas,colchões de sonho,alvas, uma paisagem irreal.
    Depois que seu amigo desceu do carro, o chofer aproveitou o sinal fechado para voltar-se para ele:
    - O senhor vai desculpar, eu estava aqui a ouvir sua conversa. Mas, tem mesmo luar lá em cima?
    Confirmou.Sim,acima da nossa noite preta e enlamaçada e torpe havia uma outra pura, perfeita linda.
    -Mas que coisa...
    Ele chegou a pôr a cabeça fora do carro para olhar o céu fechado de chuva.
    Depois continuou guiando mais lentamente.Não sabia se sonhava em ser aviador ou pensava em ser senhor...
    E quando saltou e pagou a corrida, ele o disse um ''boa noite'' e um ''muito obrigada ao senhor tão sinceros tão sinceros e tão veementes, como se ele tivesse feito um presente de rei.
    resposta - O fato de que naquela noite o céu estar com um luar impecável, muito lindo e todos aqueles ficarem adimirados pela paisagem irreal.
    Prof bjs de LuanaPiovesan

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  2. A outra noite

    Outro dia ele foi a São Paulo e resolveu voltar à noite, uma noite de vento sul e chuva, tanto lá como aqui. Quando vinha para casa de táxi, encontrou um amigo e o trouxe até Copacabana; contou a ele que lá em cima, além das nuvens, estava um luar lindo, de Lua cheia; e que as nuvens feias que cobriam a cidade eram, vistas de cima, enluaradas, colchões de sonho, alvas, uma paisagem irreal.
    Depois que o meu amigo desceu do carro, o chofer aproveitou um sinal fechado para voltar-se para mim:
    – O senhor vai desculpar, eu estava aqui a ouvir sua conversa. Mas, tem mesmo luar lá em cima?
    Confirmou: sim, acima da nossa noite preta e enlamaçada e torpe havia uma outra - pura, perfeita e linda.
    – Mas, que coisa. . .
    Ele chegou a pôr a cabeça fora do carro para olhar o céu fechado de chuva.
    Depois continuou guiando mais lentamente. Não sei se sonhava em ser aviador ou pensava em outra coisa.
    – Ora, sim senhor. . .
    E, quando saltou e pagou corrida, ele me disse um "boa noite" e um "muito obrigado ao senhor" tão sinceros, tão veementes, como se ele lhe tivesse feito um presente de rei.
    (BRAGA, Rubem. A outra noite. In: PARA gostar de ler: crônicas. São Paulo: Ática, 1979.
    PARA REFLETIR:
    Que fato do cotidiano a crônica que você leu explora?
    Dar uma carona para um amigo,e levar para Copacabana...


    Eduarda Signor

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  3. A outra noite

    Outro dia ele foi a São Paulo e resolveu voltar à noite, uma noite de vento sul e chuva, tanto lá como aqui. Quando vinha para casa de táxi, encontrou um amigo e o trouxe até Copacabana; e contou a ele que lá em cima, além das nuvens, estava um luar lindo, de Lua cheia; e que as nuvens feias que cobriam a cidade eram, vistas de cima, enluaradas, colchões de sonho, alvas, uma paisagem irreal.
    Depois que o seu amigo desceu do carro, o chofer aproveitou um sinal fechado para voltar-se para ele:
    – O senhor vai desculpar, ele estava aqui a ouvir sua conversa. Mas, tem mesmo luar lá em cima?
    Confirmou: sim, acima da nossa noite preta e enlamaçada e torpe havia uma outra - pura, perfeita e linda.
    – Mas, que coisa. . .
    Ele chegou a pôr a cabeça fora do carro para olhar o céu fechado de chuva.
    Depois continuou guiando mais lentamente. Não sei se sonhava em ser aviador ou pensava em outra coisa.
    – Ora, sim senhor. . .
    E, quando saltou e pagou a corrida, ele me disse uma "boa noite" e um "muito obrigado ao senhor" tão sinceros, tão veementes, como se eu lhe tivesse feito um presente de rei.

    A crônica fala sobre o fato de um homem que viajou de avião,depois pegou um taxi,contou para um amigo,o taxista perguntou como era,o homem falou que era lindo lá em cima o taxista queria ser aviador e ficou com duvidas de ver se era lindo mesmo.

    Denian

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  4. Outro dia ele foi a São Paulo e resolveu voltar à noite, uma noite de vento sul e chuva, tanto lá como aqui. Quando ele vinha para casa de táxi, encontreu um amigo e o trouxe até Copacabana; e contou a ele que lá em cima, além das nuvens, estava um luar lindo, de Lua cheia; e que as nuvens feias que cobriam a cidade eram, vistas de cima, enluaradas, colchões de sonho, alvas, uma paisagem irreal.
    Depois que o seu amigo desceu do carro, o chofer aproveitou um sinal fechado para voltar-se para ele:
    – O senhor vai desculpar, eu estava aqui a ouvir sua conversa. Mas, tem mesmo luar lá em cima?
    Ele confirmou: sim, acima da nossa noite preta e enlamaçada e torpe havia uma outra - pura, perfeita e linda.
    – Mas, que coisa. . .
    Ele chegou a pôr a cabeça fora do carro para olhar o céu fechado de chuva.
    Depois continuou guiando mais lentamente.ele n sabia se o chofer sonhava em ser aviador ou pensava em outra coisa.
    – Ora, sim senhor. . .
    E, quando ele saltou e pagou a corrida,o chofer diz a ele um "boa noite" e um "muito obrigado a ele" tão sinceros, tão veementes, como se eu lhe tivesse feito um presente de rei.
    ass:andressa

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  5. A outra noite

    Um dia ele foi a São Paulo e resolveu voltar à noite para uma festa, uma noite de vento forte minuano e chuva forte, tanto lá como aqui. Ele vinha para casa de carro, encontrou um velho amigo e o trouxe até Copacabana;Pra ele contei que lá em cima, além das nuvens, estava um luar lindo, de Lua cheia; e que as nuvens bonitas que cobriam a cidade eram, vistas de cima, enluaradas, colchões de sonho, alvas, uma paisagem irreal.
    Depois Que ele desceu do carro fomos ate a festa , o meu amigo aproveitou um sinal fechado para voltar-se para mim:
    – O senhor vai desculpar, ele estava aqui a ouvir sua conversa. Mas, tem mesmo uma lua maravilhosa lá encima lá encima?
    Confirmei: sim, acima da nossa noite preta , estrelada ,enlamaçada e torpe havia uma outra - pura, perfeita e linda.
    – Mas, que coisa. . .
    Ele chegou a pôr a cabeça fora do carro e passar um tempo olhando para o céu , o céu fechado da chuva,iria dar granizo de noite.Pois tempo ruim tudo pode acontecer.
    Depois continuou guiando mais lentamente,devagar. Não sei se sonhava em ser aviador ou pensava em outra coisa mas estava muito estranho
    – Ora, sim senhor. . .
    Quando saltei e paguei a corrida, ele me disse uma "boa noite" e um "muito obrigado ao senhor" tão queridos, tão generoso, como se eu lhe tivesse feito um favor,um presente, presente de ouro.
    (BRAGA, Rubem. A outra noite. In: PARA gostar de ler: crônicas. São Paulo: Ática, 1979.
    PARA REFLETIR:
    Que fato do cotidiano a crônica que você leu explora?
    Que as vezes chove da vento forte isso acontece freguentemente -RaMON

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  6. A outra noite

    Outro dia ele foi a São Paulo e resolveu voltar à noite, uma noite de vento sol e chuva, tanto lá como aqui. Quando ele vinha para casa de táxi, encontrou um amigo e o trouxe até Copacabana; e contou para ele que lá em cima, além das nuvens, estava um luar lindo, de Lua cheia; e que as nuvens feias que cobriam a cidade eram, vistas de cima, enluaradas, colchões de sonho, alvas, uma paisagem irreal.
    Depois que o amigo dele desceu do carro, o chofer aproveitou um sinal fechado para voltar-se para mim:
    – O senhor vai desculpar, eu estava aqui a ouvir sua conversa. Mas, tem mesmo luar lá em cima?
    Confirmei: sim, acima da nossa noite preta e enlamaçada e torpe havia uma outra - pura, perfeita e linda.
    – Mas, que coisa. . .
    Ele chegou a pôr a cabeça fora do carro para olhar o céu fechado de chuva.
    Depois ele continuou guiando mais lentamente. Não sei se sonhava em ser aviador ou pensava em outra coisa.
    – Ora, sim senhor. . .
    E, quando ele saltou e pagou a corrida, ele me disse um "boa noite" e um "muito obrigado ao senhor" tão sinceros, tão veementes, como se eu lhe tivesse feito um presente de rei.


    PARA REFLETIR:

    Que fato do cotidiano a crônica que você leu explora?

    Que num dia normal de trabalho, ele entra no táxi para ir pra casa.e encontra um amigo e eles vam para Copacabana e contou para ele que alem das nuvens tinha um luar tão lindo que as luas feias cobriam.

    Gustavo da silva jesus.

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  7. A outra noite

    Outro dia ele foi a São Paulo e resolveu voltar à noite, uma noite de vento sul e chuva, tanto lá como aqui. Quando ele vinha para casa de táxi, encontrou um amigo e o trouxe até Copacabana; e contou a ele que lá em cima, além das nuvens, estava um luar lindo, de Lua cheia; e que as nuvens feias que cobriam a cidade eram, vistas de cima, enluaradas, colchões de sonho, alvas, uma paisagem irreal.
    Depois que o seu amigo desceu do carro, o chofer aproveitou um sinal fechado para voltar-se para ele:
    – O senhor vai desculpar, eu estava aqui a ouvir sua conversa. Mas, tem mesmo luar lá em cima?
    Confirmou: sim, acima da nossa noite preta e enlamaçada e torpe havia uma outra - pura, perfeita e linda.
    – Mas, que coisa. . .
    Ele chegou a pôr a cabeça fora do carro para olhar o céu fechado de chuva.
    Depois continuou guiando mais lentamente. Não sabia se sonhava em ser aviador ou pensava em outra coisa.
    – Ora, sim senhor. . .
    E, quando soltou e pegou a corrida, ele lhe disse um "boa noite" e um "muito obrigado ao senhor" tão sinceros, tão veementes, como se lhe tivesse feito um presente de rei.

    PARA REFLETIR:
    Que fato do cotidiano a crônica que você leu explora?

    A crônica relata de um Homem que foi passear e resolveu voltar a noite , quando vinha ele passou por muitas coisas ,quando chegou em casa descansou . Josuel.

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  8. O fato é de dar uma carona para o amigo , o chofer sonhar em ser outra coisa e não motorista, assuntos banais do dia a dia que são comuns.ASS:ANDRESSA

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  9. A outra noite

    Outro dia ele foi a São Paulo e resolveu voltar à noite, uma noite de vento sul e chuva, tanto lá como aqui. Quando veio para casa de táxi, encontrou um amigo e o trouxe até Copacabana; e contou a ele que lá em cima, além das nuvens, estava um luar lindo, de Lua cheia; e que as nuvens feias que cobriam a cidade eram, vistas de cima, enluaradas, colchões de sonho, alvas, uma paisagem irreal.
    Depois que o seu amigo desceu do carro, o chofer aproveitou um sinal fechado para voltar-se para ele:
    – O senhor vai desculpar, eu estava aqui a ouvir sua conversa. Mas, tem mesmo luar lá em cima?
    Ele confirmou: sim, acima da nossa noite preta e enlamaçada e torpe havia uma outra - pura, perfeita e linda.
    – Mas, que coisa. . .
    Ele chegou a pôr a cabeça fora do carro para olhar o céu fechado de chuva.
    Depois continuou guiando mais lentamente. Não sei se sonhava em ser aviador ou pensava em outra coisa.
    – Ora, sim senhor. . .
    E, quando ele saltou e pagou a corrida, o chofer lhe disse um "boa noite" e um "muito obrigado ao senhor" tão sinceros, tão veementes, como se ele lhe tivesse feito um presente de rei.

    PARA REFLETIR:
    Que fato do cotidiano a crônica que você leu explora?
    que em um belo dia o homem resolveu ir a São Paulo e voltar a noite,que veio para casa de táxi e trouxe um amigo,que contou que alem das nuvens existia um luar tão lindo que as nuvens feias cobriam.
    ASS:Breno

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  10. A outra noite

    Outro dia ele foi a São Paulo e resolveu voltar à noite, uma noite de vento sul e chuva, tanto lá como aqui. Quando vinha para casa de táxi, encontrou um amigo e o trouxe até Copacabana; e contou a ele que lá em cima, além das nuvens, estava um luar lindo, de Lua cheia; e que as nuvens feias que cobriam a cidade eram, vistas de cima, enluaradas, colchões de sonho, alvas, uma paisagem irreal.
    Depois que o amigo dele desceu do carro, o chofer aproveitou um sinal fechado para voltar-se para ele
    – O senhor vai desculpar, eu estava aqui a ouvir sua conversa. Mas, tem mesmo luar lá em cima?
    Confirmou: sim, acima da nossa noite preta e enlamaçada e torpe havia uma outra - pura, perfeita e linda.
    – Mas, que coisa. . .
    Ele chegou a pôr a cabeça fora do carro para olhar o céu fechado de chuva.
    Depois continuou guiando mais lentamente. Não sabia se sonhava em ser aviador ou pensava em outra coisa.
    – Ora, sim senhor. . .
    E, quando saltou e pagou a corrida, o motorista disse um "boa noite" e um "muito obrigado ao senhor" tão sinceros, tão veementes, como se ele lhe tivesse feito um presente de rei.


    Motivo: viagem de São Paulo, para Copacabana de carona com o amigo.
    Mateus de Aguiar Tavares

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