Páginas

sexta-feira, 19 de junho de 2015

ATIVIDADE DE LEITURA POESIA SEMANA 01



12 comentários:

  1. Poema de São João

    Noite de são João
    Fogos desmancham-se no ar
    Meninos e meninas põem-se a brincar.

    Noite de são João
    Em cada casa uma fogueira
    Em cada noite uma brincadeira.

    Noite de são João
    Milho na panela
    Menina na janela.

    Noite de são João
    É forro a noite inteira
    Com a moçada forrozeira.

    Noite de são João
    É garoa caindo
    E o forro tinindo.

    Noite de são João
    Arraial armado
    Quadrilha do passo afinado.

    É noite de são João
    E viva o são João!
    E viva o são João!
    Jânio Lima
    Hoje não ha mais festas de são joão como havia antigamente que as pessoas festejavam a noite inteira.
    Denian

    ResponderExcluir
  2. Poema de São João

    Noite de são João
    Fogos desmancham-se no ar
    Meninos e meninas põem-se a brincar.

    Noite de são João
    Em cada casa uma fogueira
    Em cada noite uma brincadeira.

    Noite de são João
    Milho na panela
    Menina na janela.

    Noite de são João
    É forro a noite inteira
    Com a moçada forrozeira.

    Noite de são João
    É garoa caindo
    E o forro tinindo.

    Noite de são João
    Arraial armado
    Quadrilha do passo afinado.

    É noite de são João
    E viva o são João!
    E viva o são João!
    Jânio Lima
    Hoje não ha mais festas de são joão como havia antigamente que as pessoas festejavam a noite inteira.
    Denian

    ResponderExcluir
  3. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  4. Achai muito bom este poema pois fala da noite de são joão do sonho do narrador sobre a festa junina as cantigas ao redor da fogueira e quando ele desperta não ouve mais vozes e rumores todos estavam dormindo profundamente ele também relembra que aos 6 anos n pode ver o fim da festa de são joão pois adormeceu. ASS:ANDRESSA
    Noite de São João

    –

    Décio Valente

    –

    Alegria no terreiro!

    Coloridas bandeirolas,

    sanfona, flauta, pandeiro,

    cantores violões e violas.

    Junto ao mastro de São João,

    nas mesas e tabuleiros,

    tigelinhas de quentão …

    quitutes bem brasileiros…

    pinhão, pipoca, amendoim…

    O céu, cheinho de estrelas,

    e eu, com você junto a mim,

    não me cansava de vê-las…

    Lá fora, clareando tudo,

    a crepitante fogueira,

    estalando como açoite,

    queimava o negro veludo

    daquela festiva noite

    de tradição brasileira.
    Eu escolhi este poema porque gostei muito fala bastante da noite de são joão das comidas,cantigas e da fogueira.

    ResponderExcluir
  5. POEMA DE SÃO JOÃO

    Noite de são joão
    fogos desmancham-se no ar
    Meninos e meninas poem-se a brincar.

    Noite de são joão
    Milho na panela
    Menina na janela.


    Noite de são joão
    É garoa caindo
    E o forró tinindo.


    Noite de são joão
    Arraial armado
    Quadrilha do passo afinado.


    É noite de são joão
    E viva são joão
    E viva são joão

    ResponderExcluir
  6. O poema aborda uma lembrança do autor,em que ocorreu no passado.Uma festa de São João,que estavão todos os seus amigos e familiares ao lado da fogueira se divertindo.Mas que hoje infelizmente alguns já não estão mais aqui.Estão dormindo profundamente.Luana

    ResponderExcluir
  7. Respostas
    1. O poema é excelente, faz agente voltar no tempo quando as festas de São João eram bem mais divertidas do que as de hoje e todas as pessoas eram bem mais felizes e contagiantes.

      Excluir
  8. Quando eu era menino

    O milho era mais doce
    Havia balão no céu
    Fogueira, que hoje apagou-se
    Forró do bom, alegria
    Que hoje quase acabou-se

    Agora, nada mais pode
    Tudo agora é perigoso
    Não tem mais balão no céu
    Virou perigo assombroso
    A tradição da fogueira
    Hoje é um risco horroroso

    E eu fico aqui perguntando:
    O que foi que aconteceu?
    Fui eu que perdi a graça?
    Ou a graça que se perdeu?
    Alguém mais tem saudade?
    Ou serei apenas eu?

    Queria o São João matuto
    O forró de seu Gonzagão
    Fogueira ardendo nos olhos
    Quadrilha na rua, balão
    Nossa matuta alegria
    Nossa cultura; Eu queria
    Uma noite de São João!

    Lenildo Ferreira luana

    ResponderExcluir
  9. Entendi o seguinte do texto profundamente de Manuel bandeira foi isso : Quando criança escutava e percebia a festa de São João numa noite encantada com vozes e cantigas,pés das fogueiras acesas,no meio da noite já não escutava as vozes, a penas balões passavam era quase tudo silêncio,mas não possível ver o final da festa .Hoge muitas pessoas queridas não percebidas na festa de são João porque partiram para uma outra vida._-RAMON_-

    ResponderExcluir
  10. S. João

    Recordo-me de antigas festas juninas
    Nas lindas noites frias de São João
    Dos fogos, dos balões e das meninas
    pulando fogueira e tomando quentão

    Esta data me traz grande recordação
    Das quadrilhas que havia no povoado
    Do amendoim bem torrado e do pinhão
    De gente que aí aparecia de todo lado

    Havia dança que durava a noite inteira
    No terreiro, se via levantar muita poeira
    Mas já vai longe o tempo desta festa

    Hoje nossos costumes são importados
    Se serve hot-dogs na chapa prensados
    Ao som de um tal de Funk que infesta.

    jmd/Maringá, 24.06.10


    Leia mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=138646 © Luso-Poemas Gostei dese poema porque fala das festas de antigamente de São joão

    ResponderExcluir
  11. O que deu para entender do texto “Profundamente’’de Manuel Bandeira foi que tinha um menino de seis anos,ele não pode ver o final da festa de são João porque ele era muito pequeno ele dormiu.E também todos que ele via nas festas agora que ele cresceu ele não vê mais essas pessoas,eu acho que significa que elas estão todas descansando no céu.

    FESTAS JUNINAS
    Faffi (Silvia Giovatto)
    Balão no céu, festa na terra,
    está era a tradição do mês de junho…
    Vestido de chita, chapéu de palha
    fogueira, quentão, pipoca…
    corações apaixonados e a tradicional quadrilha,
    a cobra aparecia e mudava o rumo da dança
    depois vinha a chuva…e
    a gente entrava no túnel pra não se molhar.
    Já não se faz mais festa como antigamente,
    agora o balão cresceu e virou incendiário
    as fogueiras chegam quase ao pico do céu,
    e não dá mais pra pular…
    Santo António não é mais casamenteiro
    São João não quer mais acender a fogueira
    São Pedro esconde a sete chaves o segredo do céu.
    O tempo passa, e na ânsia de melhorar
    o povo faz tudo errado…porquê será?
    Quero pular a fogueira como laiá pulava
    Quero dançar quadrilha de mãos dadas com o meu amor
    Quero doce-de-batata-doce, pipoca, quentão e maçã do amor
    Quero ver o arraial com bandeirinhas coloridas
    Quero balãozinho de loja, nada de balãozão
    Quero correio elegante e arrasta-pé
    Quero que São João acenda a fogueira, no meu coração
    Eu escolhi esse poema porque fala de como era antigamente e de como é agora...
    Eduarda Signor.

    ResponderExcluir