Noite de são João Fogos desmancham-se no ar Meninos e meninas põem-se a brincar.
Noite de são João Em cada casa uma fogueira Em cada noite uma brincadeira.
Noite de são João Milho na panela Menina na janela.
Noite de são João É forro a noite inteira Com a moçada forrozeira.
Noite de são João É garoa caindo E o forro tinindo.
Noite de são João Arraial armado Quadrilha do passo afinado.
É noite de são João E viva o são João! E viva o são João! Jânio Lima Hoje não ha mais festas de são joão como havia antigamente que as pessoas festejavam a noite inteira. Denian
Noite de são João Fogos desmancham-se no ar Meninos e meninas põem-se a brincar.
Noite de são João Em cada casa uma fogueira Em cada noite uma brincadeira.
Noite de são João Milho na panela Menina na janela.
Noite de são João É forro a noite inteira Com a moçada forrozeira.
Noite de são João É garoa caindo E o forro tinindo.
Noite de são João Arraial armado Quadrilha do passo afinado.
É noite de são João E viva o são João! E viva o são João! Jânio Lima Hoje não ha mais festas de são joão como havia antigamente que as pessoas festejavam a noite inteira. Denian
Achai muito bom este poema pois fala da noite de são joão do sonho do narrador sobre a festa junina as cantigas ao redor da fogueira e quando ele desperta não ouve mais vozes e rumores todos estavam dormindo profundamente ele também relembra que aos 6 anos n pode ver o fim da festa de são joão pois adormeceu. ASS:ANDRESSA Noite de São João
–
Décio Valente
–
Alegria no terreiro!
Coloridas bandeirolas,
sanfona, flauta, pandeiro,
cantores violões e violas.
Junto ao mastro de São João,
nas mesas e tabuleiros,
tigelinhas de quentão …
quitutes bem brasileiros…
pinhão, pipoca, amendoim…
O céu, cheinho de estrelas,
e eu, com você junto a mim,
não me cansava de vê-las…
Lá fora, clareando tudo,
a crepitante fogueira,
estalando como açoite,
queimava o negro veludo
daquela festiva noite
de tradição brasileira. Eu escolhi este poema porque gostei muito fala bastante da noite de são joão das comidas,cantigas e da fogueira.
O poema aborda uma lembrança do autor,em que ocorreu no passado.Uma festa de São João,que estavão todos os seus amigos e familiares ao lado da fogueira se divertindo.Mas que hoje infelizmente alguns já não estão mais aqui.Estão dormindo profundamente.Luana
O poema é excelente, faz agente voltar no tempo quando as festas de São João eram bem mais divertidas do que as de hoje e todas as pessoas eram bem mais felizes e contagiantes.
O milho era mais doce Havia balão no céu Fogueira, que hoje apagou-se Forró do bom, alegria Que hoje quase acabou-se
Agora, nada mais pode Tudo agora é perigoso Não tem mais balão no céu Virou perigo assombroso A tradição da fogueira Hoje é um risco horroroso
E eu fico aqui perguntando: O que foi que aconteceu? Fui eu que perdi a graça? Ou a graça que se perdeu? Alguém mais tem saudade? Ou serei apenas eu?
Queria o São João matuto O forró de seu Gonzagão Fogueira ardendo nos olhos Quadrilha na rua, balão Nossa matuta alegria Nossa cultura; Eu queria Uma noite de São João!
Entendi o seguinte do texto profundamente de Manuel bandeira foi isso : Quando criança escutava e percebia a festa de São João numa noite encantada com vozes e cantigas,pés das fogueiras acesas,no meio da noite já não escutava as vozes, a penas balões passavam era quase tudo silêncio,mas não possível ver o final da festa .Hoge muitas pessoas queridas não percebidas na festa de são João porque partiram para uma outra vida._-RAMON_-
O que deu para entender do texto “Profundamente’’de Manuel Bandeira foi que tinha um menino de seis anos,ele não pode ver o final da festa de são João porque ele era muito pequeno ele dormiu.E também todos que ele via nas festas agora que ele cresceu ele não vê mais essas pessoas,eu acho que significa que elas estão todas descansando no céu.
FESTAS JUNINAS Faffi (Silvia Giovatto) Balão no céu, festa na terra, está era a tradição do mês de junho… Vestido de chita, chapéu de palha fogueira, quentão, pipoca… corações apaixonados e a tradicional quadrilha, a cobra aparecia e mudava o rumo da dança depois vinha a chuva…e a gente entrava no túnel pra não se molhar. Já não se faz mais festa como antigamente, agora o balão cresceu e virou incendiário as fogueiras chegam quase ao pico do céu, e não dá mais pra pular… Santo António não é mais casamenteiro São João não quer mais acender a fogueira São Pedro esconde a sete chaves o segredo do céu. O tempo passa, e na ânsia de melhorar o povo faz tudo errado…porquê será? Quero pular a fogueira como laiá pulava Quero dançar quadrilha de mãos dadas com o meu amor Quero doce-de-batata-doce, pipoca, quentão e maçã do amor Quero ver o arraial com bandeirinhas coloridas Quero balãozinho de loja, nada de balãozão Quero correio elegante e arrasta-pé Quero que São João acenda a fogueira, no meu coração Eu escolhi esse poema porque fala de como era antigamente e de como é agora... Eduarda Signor.
Poema de São João
ResponderExcluirNoite de são João
Fogos desmancham-se no ar
Meninos e meninas põem-se a brincar.
Noite de são João
Em cada casa uma fogueira
Em cada noite uma brincadeira.
Noite de são João
Milho na panela
Menina na janela.
Noite de são João
É forro a noite inteira
Com a moçada forrozeira.
Noite de são João
É garoa caindo
E o forro tinindo.
Noite de são João
Arraial armado
Quadrilha do passo afinado.
É noite de são João
E viva o são João!
E viva o são João!
Jânio Lima
Hoje não ha mais festas de são joão como havia antigamente que as pessoas festejavam a noite inteira.
Denian
Poema de São João
ResponderExcluirNoite de são João
Fogos desmancham-se no ar
Meninos e meninas põem-se a brincar.
Noite de são João
Em cada casa uma fogueira
Em cada noite uma brincadeira.
Noite de são João
Milho na panela
Menina na janela.
Noite de são João
É forro a noite inteira
Com a moçada forrozeira.
Noite de são João
É garoa caindo
E o forro tinindo.
Noite de são João
Arraial armado
Quadrilha do passo afinado.
É noite de são João
E viva o são João!
E viva o são João!
Jânio Lima
Hoje não ha mais festas de são joão como havia antigamente que as pessoas festejavam a noite inteira.
Denian
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirAchai muito bom este poema pois fala da noite de são joão do sonho do narrador sobre a festa junina as cantigas ao redor da fogueira e quando ele desperta não ouve mais vozes e rumores todos estavam dormindo profundamente ele também relembra que aos 6 anos n pode ver o fim da festa de são joão pois adormeceu. ASS:ANDRESSA
ResponderExcluirNoite de São João
–
Décio Valente
–
Alegria no terreiro!
Coloridas bandeirolas,
sanfona, flauta, pandeiro,
cantores violões e violas.
Junto ao mastro de São João,
nas mesas e tabuleiros,
tigelinhas de quentão …
quitutes bem brasileiros…
pinhão, pipoca, amendoim…
O céu, cheinho de estrelas,
e eu, com você junto a mim,
não me cansava de vê-las…
Lá fora, clareando tudo,
a crepitante fogueira,
estalando como açoite,
queimava o negro veludo
daquela festiva noite
de tradição brasileira.
Eu escolhi este poema porque gostei muito fala bastante da noite de são joão das comidas,cantigas e da fogueira.
POEMA DE SÃO JOÃO
ResponderExcluirNoite de são joão
fogos desmancham-se no ar
Meninos e meninas poem-se a brincar.
Noite de são joão
Milho na panela
Menina na janela.
Noite de são joão
É garoa caindo
E o forró tinindo.
Noite de são joão
Arraial armado
Quadrilha do passo afinado.
É noite de são joão
E viva são joão
E viva são joão
O poema aborda uma lembrança do autor,em que ocorreu no passado.Uma festa de São João,que estavão todos os seus amigos e familiares ao lado da fogueira se divertindo.Mas que hoje infelizmente alguns já não estão mais aqui.Estão dormindo profundamente.Luana
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirO poema é excelente, faz agente voltar no tempo quando as festas de São João eram bem mais divertidas do que as de hoje e todas as pessoas eram bem mais felizes e contagiantes.
ExcluirQuando eu era menino
ResponderExcluirO milho era mais doce
Havia balão no céu
Fogueira, que hoje apagou-se
Forró do bom, alegria
Que hoje quase acabou-se
Agora, nada mais pode
Tudo agora é perigoso
Não tem mais balão no céu
Virou perigo assombroso
A tradição da fogueira
Hoje é um risco horroroso
E eu fico aqui perguntando:
O que foi que aconteceu?
Fui eu que perdi a graça?
Ou a graça que se perdeu?
Alguém mais tem saudade?
Ou serei apenas eu?
Queria o São João matuto
O forró de seu Gonzagão
Fogueira ardendo nos olhos
Quadrilha na rua, balão
Nossa matuta alegria
Nossa cultura; Eu queria
Uma noite de São João!
Lenildo Ferreira luana
Entendi o seguinte do texto profundamente de Manuel bandeira foi isso : Quando criança escutava e percebia a festa de São João numa noite encantada com vozes e cantigas,pés das fogueiras acesas,no meio da noite já não escutava as vozes, a penas balões passavam era quase tudo silêncio,mas não possível ver o final da festa .Hoge muitas pessoas queridas não percebidas na festa de são João porque partiram para uma outra vida._-RAMON_-
ResponderExcluirS. João
ResponderExcluirRecordo-me de antigas festas juninas
Nas lindas noites frias de São João
Dos fogos, dos balões e das meninas
pulando fogueira e tomando quentão
Esta data me traz grande recordação
Das quadrilhas que havia no povoado
Do amendoim bem torrado e do pinhão
De gente que aí aparecia de todo lado
Havia dança que durava a noite inteira
No terreiro, se via levantar muita poeira
Mas já vai longe o tempo desta festa
Hoje nossos costumes são importados
Se serve hot-dogs na chapa prensados
Ao som de um tal de Funk que infesta.
jmd/Maringá, 24.06.10
Leia mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=138646 © Luso-Poemas Gostei dese poema porque fala das festas de antigamente de São joão
O que deu para entender do texto “Profundamente’’de Manuel Bandeira foi que tinha um menino de seis anos,ele não pode ver o final da festa de são João porque ele era muito pequeno ele dormiu.E também todos que ele via nas festas agora que ele cresceu ele não vê mais essas pessoas,eu acho que significa que elas estão todas descansando no céu.
ResponderExcluirFESTAS JUNINAS
Faffi (Silvia Giovatto)
Balão no céu, festa na terra,
está era a tradição do mês de junho…
Vestido de chita, chapéu de palha
fogueira, quentão, pipoca…
corações apaixonados e a tradicional quadrilha,
a cobra aparecia e mudava o rumo da dança
depois vinha a chuva…e
a gente entrava no túnel pra não se molhar.
Já não se faz mais festa como antigamente,
agora o balão cresceu e virou incendiário
as fogueiras chegam quase ao pico do céu,
e não dá mais pra pular…
Santo António não é mais casamenteiro
São João não quer mais acender a fogueira
São Pedro esconde a sete chaves o segredo do céu.
O tempo passa, e na ânsia de melhorar
o povo faz tudo errado…porquê será?
Quero pular a fogueira como laiá pulava
Quero dançar quadrilha de mãos dadas com o meu amor
Quero doce-de-batata-doce, pipoca, quentão e maçã do amor
Quero ver o arraial com bandeirinhas coloridas
Quero balãozinho de loja, nada de balãozão
Quero correio elegante e arrasta-pé
Quero que São João acenda a fogueira, no meu coração
Eu escolhi esse poema porque fala de como era antigamente e de como é agora...
Eduarda Signor.